Cortes nas subvenções de ex-políticos

O governo de Pedro Passos Coelho veio hoje afirmar que admite a realização de cortes nas subvenções vitalícias a políticos que estejam simultaneamente a receber ordenados no sector privado. Esta decisão veio pelas “mãos” do PSD e CDS depois de ter sido anunciado pela imprensa que há cerca de 400 ex-políticos, actualmente a receber ordenados “milionários” no sector privado, estavam ainda a receber este dinheiro do estado (que segundo o Orçamento de estado, pode ascender a 8 milhões de Euros).

É o caso, por exemplo, do socialista Jorge Coelho (actual presidente da Mota-Engil), que acumula o salário com uma pensão mensal de 2.400 euros, ou de Armado Vara (agora presidente da Camargo Correia), que ganha uma pensão mensal de 2.000 euros, o mesmo que António Vitorino (advogado).
Rui Gomes da Silva (vice-presidente do Benfica) tem uma pensão de 2.100 euros, Ângelo Correia (presidente do grupo Fomentinvest) aufere 2. 200 euros, Duarte Lima (advogado) tem uma pensão de 2.200, e ainda mais recebe Zita Seabra (presidente da Alêtheia Editores) com 3 mil euros.
Álvaro Barreto, com funções executivas em diversas empresas, recebe 3.400 euros, Dias Loureiro, também gestor de empresas, aufere 1.700 euros, Ferreira do Amaral, (administrador da Lusoponte) conta com uma pensão de 3.000 euros e Bagão Félix (professor universitário) tem uma pensão de mil euros.

Jorge Palma prepara-se para lançar novo album

Depois de em 2007 ter lançado o album “Voo Nocturno” (que lhe chegou a merecer vários discos de platina), Jorge Palma prepara-se agora para lançar o seu novo, e muito aguardado, album de originais, intitulado “Com todo o respeito”.

Este disco que contou com a participação dos Demitidos (banda que tem vindo a acompanhar Jorge Palma nestes últimos anos), Cristina Branco, Flak, Carlos Barreto, Carlos Bica e Bruno Vasconcelos e contando com letras de Carlos Tê e José Luis Peixoto, tem lançamento marcado para o próximo dia 31 de Outubro, sendo que está a ser preparada a sua apresentação ao vivo, no Espaço TMN, a dia 27 de Outubro.

Munícipio reduz algumas chefias

Por força da Lei e do Orçamento de Estado 2012, Azambuja vai ter de cortar na maioria dos directores de departamento e nas chefias que eram 11 e passam a 3.

Esta situação está a fazer com que muitos dos convidados por Joaquim Ramos, estejam agora à procura de um regresso aos seus municípios de origem.
Este caso já tinha acontecido com Judite Álvares que já em Junho deste ano abandonou o DISC – Departamento Sócio-Cultural de Azambuja,  tendo rumado à Câmara de Lisboa de onde era proviniente há 8 anos.

Mau tempo não provoca danos de maior

O mau tempo que regressou em força esta madrugada não provocou danos de maior no Concelho de Azambuja.
No entanto para além de um poste de electricidade que caiu em Aveiras de Cima, há a lamentar a morte de uma condutora de 50 anos na ligação do IC2 entre Alcoentre e Rio Maior.

Aliás, o fim de semana acabou por se tornar numa tragédia com 12 mortes já confirmados pela GNR.

Primeiro-Ministro contra corte de salários no privado

Quase em jeito de resposta ao Presidente da República, o Primeiro-Ministro Pedro Passos Coelho afirmou hoje que seria “imprudente aumentar a carga fiscal” (do sector privado), uma vez que os patrões das empresas portuguesas já estão sob pressão suficiente para tornarem as suas empresas mais competitivas.

Sabemos que a racionalização de custos no sector privado significará em muitos casos um aumento do desemprego, a redução dos salários ou de outras compensações como bónus, benefícios e prémios de desempenho. Sabemos que significará em muitos casos a redução dos lucros e portanto dos lucros distribuídos. É o que farão os nossos competidores internacionais. Teremos de fazer o mesmo se quisermos ultrapassar a crise económica e lançar as bases do crescimento futuro.

Estas afirmações vêm na sequência das declarações de Cavaco Silva, nas quais referiu que realizar cortes apenas nos subsídios dos funcionários públicos e pensionistas “violava a equidade fiscal”.