Bloco de Esquerda quer esclarecimento sobre águas.

O BE – Bloco de Esquerda de Azambuja, fez saber em comunicado divulgado que pretende o agendamento de uma Assaembleia Municipal em que a concessão de águas de Azambuja possa ser discutida. Para além da substituição de bocas de incêndio e de rupturas que ficam dias e dias sem reparação e de queixas de falhas de abastecimento, por tudo isto o pedido ddo BE que assinala o seguinte:

~”É por demais evidente o constante mal-estar, aliás sistematicamente reportado em assembleias municipais, sobre as condições de prestação do serviço, nomeadamente facturação, pressão do caudal de água, substituição de contadores, etc. pelo que importa que a Assembleia Municipal se informe e analise de forma sistemática e documentada sobre o que tem sido feito para resolver as situações mencionadas.

(…).As recentes substituições arbitrárias de “bocas de incêndio” têm provocado, de igual modo, alguma alarme na opinião pública que já encontrou eco em recentes declarações públicas do responsável pela Protecção Civil Municipal manifestando uma preocupação que a Câmara e Assembleia Municipal não podem ignorar.”

Freguesia e autarquia chegam a acordo.

 

Depois de uma atribulada “troca de galhardetes” entre a câmara de Azambuja e a Junta de Freguesia e que levou à denúncia do protocolo em vigor até este ano, a Junta e o executivo (que reclamava UM CORTE DE 30% no subsídio), chegaram a um acordo  “de princípios” e que poderá vislumbrar um acordo para breve entre as 2 entidades.

Actualização:

Esse acordo resulta da “devolução” dos espaços verdes à câmara. Ou seja, a junta com menos dinheiro vai entregar a manutenção dos jardins à responsabilidade do munícipio. Esta era a par da limpeza urbana, uma das competências delegadas nas juntas. As restantes juntas não se querem para já pronunciar sobre como vão gerir o ano com menos verbas.

Razão pela qual já se comentava a razão pela qual António Amaral, presidente da junta de Azambuja, teria votado a favor do orçamento camarário, poucas horas depois de ter denunciado o protocolo e reclamado verbas em atraso. O resultado do acordo deverá passar por uma cedência de Joaquim Ramos que, para não abrir excepções vai ter de aceitar as imposições de Amaral. Entretanto, Justino Oliveira veio hoje em declarações à Ribatejo FM , reforçar a ideia que, “não quer tratamento diferenciado entre freguesias, queremos ter o mesmo tipo de benesses para Aveiras de Cima, que forem concedidos para Azambuja!”

 

 

Coligação contra despedimentos e encontra sucessor de Ramos

 

A Coligação pelo Futuro da Nossa Terra em Azambuja, levou a efeito uma conferência de imprensa em que deu conta de que é contra os despedimentos na câmara.  Jorge Lopes da CPFNT declarou: “a Coligação opor-se-á sempre a todo e qualquer tipo de despedimento e (…) o orçamento apresentado na última assembleia pelo ainda presidente socialista é irrealista porque contém receitas empoladas!”

De regresso aos despedimentos,  o vereador da coligação afirmou estar convencido que haverá mesmo despedimentos na câmara, facto que “foi admitido na ultima assembleia por Luis Salvaterra, o provável sucessor de Joaquim Ramos nas próximas eleições!” Recorde-se que este deputado municipal afirmou em assembleia municipal que a conjuntura desfavorável obrigará a câmara a cortes que inevitavelmente poderão passar pela redução de quadros. Esta declaração chegou mesmo a causar alguma perplexidade na sala, visto tratar-se de um deputado habitualmente ausente das sessões e que agora aparece com algum protagonismo, contrariando a posição do presidente que minutos tinha desmentido 2 órgãos de informação que, em edições anteriores avançavam com a notícia de despedimentos.  Ramos declarou tratar-se de uma “má interpretação já o que estava em causa eram  postos de direcção de departamento e não de trabalho!”

Correios de Alcoentre, encerram ou não?

 

Esta foi a pergunta que esta tarde o vereador interino da Coligação pelo Futuro da Nossa Terra em Azambuja, Fazendas, colocou ao Vice Presidente Luis de Sousa em plena sessão camarária.

A resposta não se fez esperar ” O melhor será perguntar ao seu colega (de Coligação) porque ele (António Jorge Lopes) afirmou que tinha informações do Governo Central de que a estação de correios de Alcoentre não encerraria”.  Fazendas que se encontrava precisamente em substituição de Jorge Lopes adiantou que existem fortes sinais do contrário dado que a nova papelaria da freguesia já se encontra dotada de local para recepção de correio e que existe até uma funcionária a receber formação nos CTT. Ora esta informação vem trazer de novo à agenda do dia o encerramento da estação que movimentou durante algum tempo a população, o Sindicato e a junta de freguesia.

No entanto e segundo o nosso jornal apurou, existem locais onde os abaixo-assinados nem sequer foram levantados e que as obras na papelaria local já prevêm a transferência dos serviços por um ano. No entanto e segundo fonte por nós contactada a Administração dos CTT informa que a referida estação “não faz parte da lista”.

 

 

GNR é assaltado, agredido mas consegue deter ladrões

30 Dezembro 2011

Na passada 6ª feira, em Azambuja, 2 assaltantes oriundos de Lisboa introduziram-se numa residência do Bairro da Ónia um dos bairros mais tranquilos da vila. No entanto foram surpreendidos pelo proprietário , um militar da GNR que regressava a casa acompanhado da mulher depois uma visita ao supermercado.

O militar ainda foi agredido pelos assaltantes que se puseram em fuga, mas o agredido mesmo ferido,   ainda conseguiu avisar os colegas do posto local que vieram a deter os assaltantes na estação da CP de Azambuja.  Foram detidos de imediato e tratam-se de 2 irmãos residentes na capital e  já referenciados por este tipo de actuação. Foram-lhes aplicadas penas de identidade e residência e aguardam o julgamento em liberdade .