Correios de Alcoentre ocupados

 

Os correios de Alcoentre, cujo encerramento deveria ter tido lugar ontem dia 28 de Março, acabaram por ser ocupados pela população e também por representantes do Sindicato dos trabalhadores do correios e telecomunicações e alguns eleitos da CDU de Azambuja.  Luís de Sousa, o Vice presidente da câmara de Azambuja, também ele residente na freguesia, acabou por se juntar aos manifestantes que gritavam: “Não fecha! Não fecha!”

As autoridades mantiveram-se discretas mas acabaram por identificar os ocupantes e após alguns contactos com a Administração dos Correios, ficou marcada uma reunião de urgência para a próxima 2ª feira. A desmobilização ocorreu às 2 da madrugada.

Entretanto já esta madrugada a administração emitiu um comunicado:  “Os CTT esclarecem  que a “transferência de serviços”, com efeitos a partir de 1 de Abril, é “consequência do sobre dimensionamento da oferta dos Correios nesta área, face às necessidades, e que se concretizou numa redução em 24,6% do número de clientes que visitaram a Estação de Alcoentre entre 2008 e 2012”.

Lusa/Correio de Azambuja 2013

Judiciária conclui operação Moscatel

A Policia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção – UNCC -, numa operação alargada levada a cabo na zona de Estoril, Azeitão, Almeirim, Santarém, Azambuja, Pombal, procedeu a cerca de três dezenas de buscas em residências, escritórios de firmas comerciais, bombas de gasolina, transportes de combustível e ainda à detenção, fora e em flagrante delito, de três pessoas.

O inquérito decorria há cerca de dois anos, pela prática dos crimes de fraude fiscal qualificada, de fraude sobre mercadorias, introdução fraudulenta no consumo de produtos petrolíferos, falsificação de documentos, insolvência, eventual associação criminosa com vista à prática de crimes tributários, e branqueamento das vantagens provenientes da atividade criminosa, no sector petrolífero.

Da operação resultou a selagem de local de abastecimento de combustível, apreendidos cerca de cem mil litros de combustível adulterado, várias cisternas de transporte, cerca de trinta mil euros, cerca de dez mil libras, documentação variada como registos offshore. O modus operandi utilizado constituía-se na utilização de produtos petrolíferos que eram adulterados e posteriormente colocados na venda ao público como produto genuíno. A organização, composta por empresários e funcionários destes, pelo facto de não liquidar os devidos impostos – ISP, IVA e IRC – gerou um prejuízo aos cofres do Estado estimado em cerca de dois milhões e trezentos mil euros por ano de atividade.

Em Azambuja, as bombas de gasolina Ouro Negro mantêm o gasóleo indisponível às ordens da PJ.

Fonte: Polícia Judiciária

foto : Correio de Azambuja

Coligação PSD/CDS/PT apresenta candidatos

 

António Jorge Lopes, candidato pela Coligação pelo Futuro da Nossa Terra, vai apresentar no próximo dia 23 de Março a sua lista e do seu movimento ao concelho de Azambuja.

A apresentação está marcada para a Poisada do Campino e o atual vereador acredita que esta será a equipa que finalmente vai proporcionar “uma verdadeira alternativa à velha maioria que (des)governa Azambuja.” Existem alguns nomes que transitam mas outros haverá que poderão trazer alguma surpresa.

Ramos e Pratas absolvidos de processos

José Manuel Pratas, na foto à direita,  antigo vereador da câmara de Azambuja e Joaquim Ramos (na foto ao centro) o atual presidente viram os seus processos arquivados no âmbito de uma inspeção do IGAL- Inspecção-Geral da Administração Local que  decidiu arquivar o processo em que o presidente da câmara municipal da Azambuja, Joaquim Ramos (PS), e o ex-vereador José Manuel Pratas (PS) respondiam por alegadas ilegalidades cometidas na gestão do município, detetadas numa fiscalização realizada há três anos. Sobre o presidente da câmara existiam dúvidas sobre a forma como efetuou a renovação de um contrato de prestação de serviços jurídicos, quanto ao antigo vereador José Manuel Pratas, que na altura tinha os pelouros da administração interna e de pessoal,  o IGAL  acusava-o de ter promovido indevidamente três funcionárias da autarquia.

O mesmo José Manuel Pratas que volta em 2013 a ser o centro das atenções ao ser constituído arguido num alegado favorecimento de uma funcionária da junta de freguesia de Aveiras de Baixo, a pedido do então presidente da freguesia Silvino Lúcio.(na foto à esquerda)

fotos : Arquivo Correio de Azambuja 2008