Não há dúvida que os hábitos dos consumidores estão a mudar e com a chegada de novas plataformas, as notícias são recolhidas de outras formas mais pessoais.
É o caso dos jornais que, como se sabe, têm tido quebras muito significativas, havendo até diários que já não se publicam ao domingo, como o caso do DN. Outros, há que, reduziram substancialmente as suas tiragens, isto para além das revistas semanais que têm tido quebras de vendas preocupantes.
No caso de Azambuja, frente à estação da CP existia um quiosque de venda de jornais e revistas onde muitos conviveram com o Vítor. Ele era o contacto indicado para quem ia para o comboio e queria levar o jornal ou revista debaixo do braço e ler pelo caminho.
Ora esse tempo já lá vai e o Vítor teve de abandonar o posto por motivos de saúde. Sobrou a estrutura que ali está fechada.
Mais recentemente, um dos moradores da freguesia, José Caetano, nas suas intervenções nas sessões de câmara, interpelou o presidente, no sentido de saber porque não seria retirado aquele “mausoléu” da entrada da vila, frente à estação. Silvino Lúcio, teve então oportunidade de esclarecer este cidadão que, o quiosque vai ser retirado do local pela câmara, havendo apenas a contrapartida de ressarcir o proprietário com o valor da venda da sucata.
